Mortes descontroladas de policiais trazem a tona a situação do domínio das fações sobre comunidades na cidade de Natal e região

Chegam a 15 as mortes de policiais no Rio Grande do Norte, o que vem preocupando fortemente a população, já que são os agentes de segurança públicas, que deveriam nos dar proteção, mas hoje estão sendo exterminados pelos criminosos em nossos Estado.

Onde antigamente, o policial andava apenas com um  devolver 38, “Canela Seca” e usava um bigode que impunha respeito, hoje nem mesmo de colete e de fuzil na mão, são respeitados pelos criminosos, que afrontam o sistema e estão dispostos a matar todo e qualquer servidor da segurança pública.

Entre, presídios mau estruturados, presos comandando ações de dentro dessas unidades prisionais, ações orquestradas em cadeia por facções que dominam territórios, existem milhares de cidadãos  perplexos com a inercia de alguns, digo alguns, que apenas assistem as ações e o crescimento descontrolado do poder das Facções.

Mesmo com a tentativa de resolver o problema, para quem vive em comunidades como Paço da Pátria, Mãe Luíza, Favela do Japão, Guarita, José Sarney entre outras, sabem que quem domina e garante a “segurança” da população, tem sido realmente esses criminosos. Não esquecendo dos interiores que tambem passam por situações semelhante e a Grande Natal.

Em uma comunidade como estás, não é permitido assaltar, assassinar (a não ser inimigos), estuprar, brigas são resolvidas com a ajuda dos chefes das facções e o mais impressionante lá ninguém anda armado,  apesar que esses grupos são equipados com verdadeiros arsenais de guerra, com direito a Paiol para as armas e feche de manutenção dos equipamentos.

Parece coisa inventada ou aumentadas, mas são verdadeiros relatos foitos as nossas equipes de investigação do jornalismo policial do Portal 190rn.com, que teve acesso a parte do sistema organizacional de algumas das comunidades que são realmente dominadas pelo crime.

Se antes os que migraram para o Rio de Janeiro e São Paulo, trouxeram relatos sobre as favelas e comunidades completamente dominadas pelo crime, hoje infelizmente não é preciso viajar tão longe para vivenciar essa realiza, porque mesmo sem querer acreditar que isso já esta acontecendo, tenho que aceitar e entender que não sou mais Rio Grande do Norte, pois “um Rio de Janeiro” já está aqui!

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