Lanterneiro é morto com mais de vinte tiros em bar em Mossoró

por - 12/03/2018 07:09

Um homicídio foi registrado na tarde deste domingo (11), Na cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. O crime aconteceu por volta das 12h30min, em um bar localizado na Avenida Alberto Maranhão ao lado do Tempero Regina no Bairro Belo Horizonte.

A vítima, Edvaldo Nunes de Medeiros Júnior, conhecido como Júnior de Bizar, 40 anos, que trabalhava como pintor automotivo foi executado com mais de 20 tiros de pistola calibre 380.

De acordo com informações colhidas pela Polícia no local, o bar estava fechado, mas Júnior de Bizar, estava coversando com amigos no alpendre do estabelecimento, quando dois homens não identificados, chegaram de moto e começaram a atirar na vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.

Ainda de acordo com a polícia, após matarem o pintor, os criminosos fugiram e em seguida passaram em frente a casa da vítima, no mesmo bairro e efetuaram alguns disparos de arma de fogo em direção a residência. Não se sabe qual seria o objetivo dos criminosos, pois seu alvo já havia sido abatido.

A Polícia Militar, foi acionada para o local do homicídio e quando chegou, que se deparou com a vítima caída ao solo, sem vida, passou a isola o corpo, até a chegada das equipes da Delegacia de Plantão e do ITEP.

Após a realização da perícia por parte da equipe do itep, com a presença do Dr. Fernando Antônio, delegado de plantão, o corpo de Edvaldo Nunes, foi recolhido e encaminhado ao setor de medicina legal para procedimentos de necropsia.  O perito criminal Dr. Otávio Domingos informou que ao menos 25 perfurações foram visualizadas no corpo do pintor e que apenas 19 capsulas de pistola 380 foram recolhidas do local.

De acordo com a Polícia, a vítima, já respondeu processo na justiça por crime de associação para o tráfico de droga (art. 35), e recebeu o benefício de livramento condicional.

Até o momento não há informações sobre a motivação do crime, nem em relação a identificação dos assassinos. A divisão de homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai investigar o caso.

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